7 de maio de 2011

A fuga de Pedro!

A fuga de Pedro!


A liberdade está em Cristo

"E eis que sobreveio o anjo do Senhor, e resplandeceu uma luz na prisão: e, tocando a Pedro na ilharga, o despertou, dizendo: levanta-te depressa, e caíram-lhe das mãos as cadeias. E disse o anjo: cinge-te, e ata as tuas alparcas. E ele assim o fez. Disse-lhe mais: Lança às costas a tua capa e segue-me" At. 12; 7- 8.

As perguntas persistem: Por que o anjo recomenda "Cinge-te, ata as alparcas, põe a capa"? Se os soldados dormiam, Pedro podia sair de qualquer maneira e o mais rápido possível, não seria visto. Mas Pedro teve alguns minutos para se aprontar e sair caminhando normalmente pelos corredores da prisão; “Pedro e o anjo passam pela primeira e segunda guarda" At. 12:10.

 Ninguém o reconhece? Não. Porque Pedro, não tinha aspecto de prisioneiro. Estava calçado, bem vestido e tinha acabado de tomar um banho, a capa lhe cobria parte do rosto, mas alguns cabelos molhados estavam de fora. Não podia ser um prisioneiro! Jamais poderia ser Pedro! Como driblar quatro soldados, pegar a chave das algemas e ainda estar com aparência tão boa?! Deus cuidou de todos os detalhes. Pedro saiu pelo portão principal da cadeia, aleluia!! O "show" de horror preparado por Herodes, a matança pública de Pedro foi frustrada pelo poder miraculoso de Jesus! Os soldados que estavam na cela com Pedro, dormiam, mas todos os outros estavam acordados.

Pedro passou por eles, ouviu gargalhadas e zombaria: "Amanhã nos divertiremos com aquele cristão, matamos Tiago a espada, que tal jogar ele às feras"? Eles zombando de Cristo e Cristo zombando deles: "Em Deus faremos proezas, pois Ele calcará aos pés dos inimigos" Sl 108:13. O prisioneiro, condenado a morte atravessou os gigantescos portões de ferro e saiu correndo pelas ruas desertas, acreditando estar vivendo um sonho. Somente com a partida do anjo, Pedro torna a si e glorifica a Deus.

Encontrei a resposta da persistente indagação citada no inicio do texto. Fortaleci a fé. Deus quer libertar os cativos, fazer cair as "amarras" do pecado, fazer-nos prosseguir com nova aparência, de homem novo, para que todos reconheçam em nós, uma nova criatura e não um prisioneiro em fuga.


Por: Pb. Paulo César - J-D-B
Real: 06/05/11

Fonte: A tenda na rocha

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